domingo, 22 de maio de 2011

Agricultura na África


         A maioria da população africana concentra-se no campo.
         Atualmente a maior parte dos trabalhadores do campo, no continente africano, são assalariados temporários geralmente pessoas de baixa renda e sem proteção trabalhista.
         No continente encontra-se uma grande quantidade de solo infértil, exceto na porção oriental onde se encontra solos de terra roxa.
         A escassez de água é um problema para o continente, principalmente na porção norte e sul da África, em regiões de clima árido e semi-árido e pouca ocorrência de chuvas, a agricultura é praticada em maior parte nos Oasis e próxima a margens de rios.
         Existe no continente a agricultura de subsistência, a comercial e a de plantation.
         Na agricultura de subsistência, praticam a policultura, cultivam-se banana, feijão, inhame, milhete, sorgo e pimenta. Caracterizado por técnicas agrícolas ultrapassadas, principalmente pela derrubada da vegetação e as queimadas é uma técnica antiga usada para limpar os terrenos. Mas, essa técnica causa sérios problemas ambientais, pois leva a desertificação, baixa fertilidade do solo e favorece a erosão. É um tipo de agricultura praticada pela população mais pobre.
         A agricultura comercial atende a pequena população das cidades.
         A agricultura de plantations é baseada praticamente na monocultura para exportação e mão de obra barata. Ela é praticada nos melhores solos e atualmente abrange mais da metade do espaço agrícola do continente. Muitas vezes esse tipo de agricultura está sob o controle de estrangeiros. Os produtos mais cultivados nas plantations: algodão, açúcar, cacau, amendoim, tabaco e café. Esses produtos são oferecidos em grande quantidade no mercado internacional, tendo um baixo preço, gerando pouca renda e baixos lucros para os países que os exportam.
          A ampliação da agricultura de plantations reduz a área da agricultura de subsistência, aumentando a fome no continente.
          Também o subsidio dado pelo governo dos Estados Unidos  da América aos agricultores norte americanos, acaba prejudicando a África no comércio mundial.

Escrito por: Marta Aparecida da Silva Teixeira

9 comentários:

  1. Parabéns pelo texto, foi de grande ajuda!

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  2. É de uma tolice gigantesca suas assertivas especialmente aquelas que acham que a agriculturA Familiar e de subsistencia é o caminho para felicidade, é o mesmo q achar q o mundo perfeito está no passado e nunca no futuro e que se acha a tal por repetir falácias economicas que julgam q a agricultura empresarial é errada. Nossa quanto preconceito contra o progresso e quantas loas ao atraso. Eng. Agr.Francisco Fido Fontana

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  3. Creio que o bom senso e o equilíbrio sempre preponderam nas questões sòcio-econômica. Mas as colocações da Theresa nos fazem refletir, principalmente quando pregamos a agricultura familiar. Viva a liberdade de expressão. Valeu Thereza!

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  4. parabens pelo o texto ajudou muito na minha pesquisa obrig

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  5. eu tambem creio que a agricultura familiar nao seja o ideal para se enriquecer mas tambem acho que a aposta nos estencionistas para a producao agricula familiar sera o passo mais importante para a reducao da pubresa em grande percentajem

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  6. Podem mi dizer quais são os países que praticam agricultura moderna

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  7. Gostei muito do texto Marta, abordagens históricas trazem conflitos pois não ficam enquadradas em conceitos tais como,presente,passado,moderno,ultrapassado, capitalismo ou socialismo.
    Apenas abordam recortes históricos e modos de vida em diferentes sociedades...Um abraço.

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